Sem mais ter a quem dar,
o que faço eu com este sentimento,
isto que se parece com sofrimento,
que sem pausa me faz penar.
Começa como flor,
que a terra faz brotar,
semeada incessantemente com dor
e que em dias de chuva parece chorar.
Crescida e com raízes,
que só com a mão se pode arrancar
como nos dias felizes
em que o sol a faz brilhar
Só então sua beleza se percebe
sozinha, triste, florecida na sebe
me fazendo ter pena de a matar
e continuando, sem eu ter a quem a dar.
Cade a caixa de fosforo e a cereja?
ResponderExcluir(e a cerveja!)
ResponderExcluirpoisé poisé
meu primeiro samba!
hehehe